O pleno ministério do Espírito começa na manhã do Pentecostes, logo depois da ascensão de Jesus (At 2.1-4). João Batista predisse que Jesus batizaria com o Espírito Santo (Mc 1.8; Jo 1.33), de acordo com a promessa do Antigo Testamento de um derramamento do Espírito de Deus nos últimos dias (Jl 2.28-32; cf Jr 31.31-34), e Jesus havia repetido a promessa (At 1.4,5). A significação da manhã do Pentecostes foi dupla: ela marcou o início da era final da história do mundo antes do retorno de Cristo, e, comparada com a era do Antigo Testamento, marcou uma formidável intensificação do ministéro do Espírito e da experiência de viver para Deus.
Testemunhar de Jesus Cristo, glorificá-lo, mostrando a seus discípulos quem e o que ele é (Jo 16.7-15), e fazê-los cônscios do que são nele (Rm 8.15-17; Gl 4.6) é o ministério central do Parácleto. O Espírito nos ilumina (Ef 1.17,18), regenera (Jo 3.5-8), guia-nos à santidade (Rm 8.14; Gl 5.16-18), transforma-nos (2Co 3.18; Gl 5.22,23), dá-nos certeza (Rm 8.16) e dons para ministério (1Co 12.4-11). Todo trabalho de Deus em nós, tocando nosso coração, nosso caráter e nossa conduta, é feito pelo Espírito de Deus, embora aspectos desse trabalho sejam, às vezes, atribuídos ao Pai e ao Filho, de quem o Espírito é executivo.
Os discípulos de Jesus foram evidentemente crentes nascidos do Espírito antes do Pentecostes, de sorte que seu batismo no Espírito, que trouxe poder à sua vida e ministério (At 1.8), não foi o começo de sua experiência espiritual. Para todos, porém, que chegaram à fé desde a manhã do Pentecostes, começando com os convertidos naquele evento, o recebimento do Espírito na plena bênção da nova aliança tem sido um aspecto de sua conversão e novo nascimento (At 2.37; Rm 8.9; 1Co 12.13). Todas as aptidões para o serviço que surgem subsequentemente na vida de um cristão devem se vistas como a seiva emanada desse batismo espiritual inicial, que une vitalmetne o pecador ao Cristo ressurreto.
Parácleto, em: Teologia Concisa, J. I. Packer - Editora Cultura Cristã.
Leitura do Dia: Domingo de Pentecostes – 31/05 – At 2:1-21 ou Ez 37:1-14; Sl 104:24-34, 35b; Rm 8:22-27 ou At 2:1-21; Jo 15:26-27; 16:4-15
sábado, 30 de maio de 2009
VÉSPERA DE PENTECOSTES - O ESPÍRITO SANTO
Antes da paixão de Jesus, ele prometeu que o Pai e ele enviariam a seus discípulos outro Consolador (Jo 14.16, 26). O consolador ou PARÁCLETO, do gredo parakletos, que significa o que dá auxílio, é um ajudador, conselheiro, fortalecedor, encorajador, aliado e advogado. Outro indica que Jesus foi o primeiro Parácleto e está prometendo um substituto, que, após sua partida, continuará o ensino e o testemunho que ele havia iniciado (Jo 16.6,7).
O ministério do Parácleto, por sua própria natureza, é um ministério pessoal e relacional, implicando a plena pessoalidade de quem o consuma.
Espírito é verdadeiramente uma pessoa distinta do Pai, assim como é o Filho. Isso é evidente não somente pela promessa de outro Consolador, mas também pelo fato que o Espírito, entre outras coisas, fala (At 1.16; 8.29), ensina (Jo 14.26), testemunha (Jo 15.26), busca (1 Co2.10,11), determina (1 Co12.11), intercede (Rm 8.26,27), é alvo de mentira (At 5.3) e pode ser afligido (Ef 4.30). Somente de um ser pessoal podem ser ditas tais coisas.
A divindade do Espírito Santo surge da declaração de que mentir ao Espírito é mentir a Deus (At 5.3,4), da associação do Espírito com o Pai e o Filho nas bênçãos (2 Co 13.14; Ap1.4-6) e da fórmula do batismo (Mt 28.19).
Portanto, o Espírito é "ele", não "isso", e deve ser obedecido, amado e adorado, juntamente com o Pai e o Filho.
Parácleto, em: Teologia Concisa, J. I. Packer - Editora Cultura Cristã.
Leitura do Dia: Sábado – 30/05 – Véspera de Pentecostes: Êx 19:1-9a ou At 2:1-11; / Sl 33:12-22 ou Sl 130; / Rm 8:14-17, 22-27; / Jo 7:37-39a
O ministério do Parácleto, por sua própria natureza, é um ministério pessoal e relacional, implicando a plena pessoalidade de quem o consuma.
Espírito é verdadeiramente uma pessoa distinta do Pai, assim como é o Filho. Isso é evidente não somente pela promessa de outro Consolador, mas também pelo fato que o Espírito, entre outras coisas, fala (At 1.16; 8.29), ensina (Jo 14.26), testemunha (Jo 15.26), busca (1 Co2.10,11), determina (1 Co12.11), intercede (Rm 8.26,27), é alvo de mentira (At 5.3) e pode ser afligido (Ef 4.30). Somente de um ser pessoal podem ser ditas tais coisas.
A divindade do Espírito Santo surge da declaração de que mentir ao Espírito é mentir a Deus (At 5.3,4), da associação do Espírito com o Pai e o Filho nas bênçãos (2 Co 13.14; Ap1.4-6) e da fórmula do batismo (Mt 28.19).
Portanto, o Espírito é "ele", não "isso", e deve ser obedecido, amado e adorado, juntamente com o Pai e o Filho.
Parácleto, em: Teologia Concisa, J. I. Packer - Editora Cultura Cristã.
Leitura do Dia: Sábado – 30/05 – Véspera de Pentecostes: Êx 19:1-9a ou At 2:1-11; / Sl 33:12-22 ou Sl 130; / Rm 8:14-17, 22-27; / Jo 7:37-39a
sexta-feira, 29 de maio de 2009
quinta-feira, 28 de maio de 2009
FAZE ISTO E VIVERÁS
faze isto e viverás
Lucas 10.28
O que fazer para ser salvo? Essa foi justamente a interrogação do doutor da lei a nosso Senhor Jesus Cristo. Como bem sabemos, os religiosos da época de Cristo, fundamentalistas no sentido mais negativo da palavra, atribuíam sua salvação a uma obediência própria-julgada por eles- perfeita da lei, que criam piamente serem os exemplos de tal observação.
A parábola onde encontra-se nosso texto responde à pergunta do doutor da lei: quem é meu próximo? A resposta acerca do que fazer para ser salvo, já havia sido dada pelo próprio religioso judaico: "...amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo teu entendimento e ao teu próximo como a ti mesmo."
Quando Cristo afirma: "faze isto e viverás" deixa claro um fator: a vondade de Deus é o caminho da vida.
Não a religiosidade cega e sem propósitos. Não a religiosidade ignorante que retribui ao próprio ego. um viver satisfatório segundo preceitos que julga serem os mais importantes. Não a religiosidade que existe para ser vista, mas a fé que é uma resposta ao querer de Deus, que, claro, só pode responder a essa vontade uma vez alcançada pelo próprio Senhor. Fazer a vontade de Deus é andar no caminho da salvação, não da religiosidade vazia, mas da verdadeira piedade.
Oração: Pai de misericórdia, que tua graça salvadora possa alcançar cada coração que distante anda de ti, para que, por teu favor, possa viver a verdadeira piedade, cumprindo tua santa vontade. Como homens falhos e pecadores somos absolutamente incapazes, por nós mesmos, de cumprir teu querer, por isso te pedimos: alcança, transforma e capacita o coração perdido para que possa obedecer a ti. Por Cristo Jesus, amém.
Leitura do dia: Quinta – 28/05: Salmo 105:1-22 / Salmo 105:23-45 / Ezequiel 18:1-4, 19-32 / Hebreus 7:18-28 / Lucas 10:25-37
Lucas 10.28
O que fazer para ser salvo? Essa foi justamente a interrogação do doutor da lei a nosso Senhor Jesus Cristo. Como bem sabemos, os religiosos da época de Cristo, fundamentalistas no sentido mais negativo da palavra, atribuíam sua salvação a uma obediência própria-julgada por eles- perfeita da lei, que criam piamente serem os exemplos de tal observação.
A parábola onde encontra-se nosso texto responde à pergunta do doutor da lei: quem é meu próximo? A resposta acerca do que fazer para ser salvo, já havia sido dada pelo próprio religioso judaico: "...amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo teu entendimento e ao teu próximo como a ti mesmo."
Quando Cristo afirma: "faze isto e viverás" deixa claro um fator: a vondade de Deus é o caminho da vida.
Não a religiosidade cega e sem propósitos. Não a religiosidade ignorante que retribui ao próprio ego. um viver satisfatório segundo preceitos que julga serem os mais importantes. Não a religiosidade que existe para ser vista, mas a fé que é uma resposta ao querer de Deus, que, claro, só pode responder a essa vontade uma vez alcançada pelo próprio Senhor. Fazer a vontade de Deus é andar no caminho da salvação, não da religiosidade vazia, mas da verdadeira piedade.
Oração: Pai de misericórdia, que tua graça salvadora possa alcançar cada coração que distante anda de ti, para que, por teu favor, possa viver a verdadeira piedade, cumprindo tua santa vontade. Como homens falhos e pecadores somos absolutamente incapazes, por nós mesmos, de cumprir teu querer, por isso te pedimos: alcança, transforma e capacita o coração perdido para que possa obedecer a ti. Por Cristo Jesus, amém.
Leitura do dia: Quinta – 28/05: Salmo 105:1-22 / Salmo 105:23-45 / Ezequiel 18:1-4, 19-32 / Hebreus 7:18-28 / Lucas 10:25-37
quarta-feira, 27 de maio de 2009
ALEGRAI-VOS POR VOSSA SALVAÇÃO
alegrai-vos, não porque os espíritos se vos submetem, e sim porque o vosso nome está arrolado nos céus.
Lucas 10.20
O texto acima mencionado encontra-se em um momento interessante do ministério de Jesus. Os discípulos experimentavam ali o poder e a autoridade do nome de Cristo, ao qual todas as coisas se submetem, em todas as esferas. Tal fator não era ignorado pelos seguidores do Senhor. Seus corações não os traía, levando-os a pensar que o poder que expelia a Satanás e os demais anjos maus provinha deles mesmos. Sequer mensuraram a possibilidade de eles mesmos poderem dominar o mundo sobrenatural. Tinham completa ciência que tudo ocorrera somente pelo poder do nome de Jesus: " Então, regressaram os setenta, possuídos de alegria, dizendo: Senhor, os próprios demônios se nos submetem pelo teu nome!" (Lc 10.17)Lucas 10.20
O relato do evangelista mostra que subsequente à colocação dos discípulos, o Senhor se regozija pela salvação de Deus manifestada aos simples, aqueles para os quais, muitos julgavam que as coisas de Deus não eram dignas, pois não eram merecedores o suficiente.
Precedendo a alegria de Cristo pela salvação dos pequeninos, Jesus chama a atenção dos 70 para um fato real: alegrai-vos porque vosso nome está arrolado no reino dos céus.
A igreja brasileira, já há muito tempo, tem se direcionado totalmente pela busca de uma comunidade "cheia de poder", transbordante da manifestação sobrenatural do "agir de Deus". Fala-se de homens de poder, orações poderosas, milagres de Deus, oração forte, e tanto quanto mais nossas mentes puderem adjetivar acerca de manifestações sobrenaturais; porém omite-se a doçura e a realidade da salvação do povo de Deus. Mostra-se em shows, programas de TV, diversas áreas da mídia milagres acontecendo, mas, infelizmente, não se fala nem se enfatiza o milagre maior: o pecador redimido que tem seu nome arrolado no Reino dos céus. Crentes se alegram por curas, operações fantásticas e tudo mais que excede esse nosso mundo comum, porém, infelizmente, é uma alegria que não é duradoura. Qual a razão de encontrarmos tantos crentes tristes, desmotivados, deprimidos? Tal acontece porque firmam sua fé não no milagre da salvação pessoal, mas nos milagres sobrenaturais que tocam apenas o mundo físico em que vivem. As pessoas, em especial os lideres religiosos, ou não sabem ou se omitem quanto ao fato que curas, milagres, manifestações sobrenaturais não vão dar o apoio para superar dores e tristezas, dificuldades e lutas. O que sustenta o coração dorido e o faz ter desejo de seguir em frente é saber que tem algo muito maior: a salvação que ninguém poderá tomar deste! O que faz o crente em Jesus levantar a cada dia, ter razão para sair da cama e enfrentar mais um dia de luta é saber que pertence a seu Senhor, é ter a convicção que esse mundo é passageiro, bem como sua dor e dificuldade, e que aguarda uma eternidade cheia de paz e consolação ao lado de seu Salvador.
Não afirmo aqui que devemos desprezar o sobrenatural, o agir miraculoso de Deus ou as manifestações do Senhor. O que afirmo e enfatizo é que o que deve ocupar o centro de nossa fé e esperança é a salvação, não os milagres. É a certeza desta que nos faz viver no Senhor, e, nela que devemos nos regozijar. Jesus regozijou-se porque Deus manifestara sua salvação aos perdidos e nos instou que esse mesmo motivo fosse a razão de nossa alegria, nossa satisfação.
Alegrai-vos, porque vosso nome está arrolado nos céus.
Leitura do dia: Salmo 101, 109:1-4 (5-19)20-30 / Salmo 119:121-144 / Ezequiel 11:14-25 / Hebreus 7:1-17 / Lucas 10:17-24
quarta-feira, 20 de maio de 2009
ASCENSÃO DE NOSSO SENHOR
foi elevado às alturas, e uma nuvem o recebeu
Atos 1.9
No quadragésimo dia após a festa da Páscoa, celebramos o dia da Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo.Atos 1.9
Para alguns pode parecer estranho o referir-se a esta festa cristã como um costume reformado. Devemos porém atentar que lembrar-se da ascensão de Jesus é trazer à mente princípios básicos da fé deixada por nós pelos reformadores.
Antes de tudo, esta não é uma celebração romana. É um evento lembrado pelas igrejas históricas, e, para tristeza minha, omitido por sua maioria em nossa terra brasileira. Tanto é verdade o fato que a Festa da Ascensão é também uma prática nossa, presbiteriana, que nosso hinário (Novo Cântico) traz pelo menos 3 hinos referentes a tal evento: hinos 280, 281, 281a.
Falar de ascensão, como dito anteriormente, é falar de verdades básicas das Escrituras: 1- a verdade da glorificação de Cristo: "Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu e assentou-se à direita de Deus." Mc 16.19; 2- A confirmação da divindade e obra redentiva de Cristo pelos céus: "Uma nuvem o recebeu", (a nuvem aqui, uma referência ao Shekinah de Deus, que aparece em momentos significativos da história bíblica como sinal da presença ativa e confirmativa de Deus -cf J.I. Packer) At 1.9; 3- Sua posição de vencedor e de Juiz: "assentou-se à direita de Deus". Mc 16.19.
Não somente isso, também é um evento que nos faz olhar para o futuro, afinal, no episódio da ascensão registrado em Atos, seguem-se as palavras dos anjos: "Varões galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir." At 1.11. Nossa esperança acerca da volta gloriosa de Jesus, se firma também na visão, na convicção de sua gloriosa ascensão -envolvido pela nuvem, sendo esta o shekinah de Deus-. Assim como subiu glorioso, glorioso voltará.
A festa cristã da ascenção remete também nossa fé à confissão que costumeiramente fazemos quando da celebração da ceia do Senhor, ao congregacionalmente fazermos nossa profissão de fé orando o Credo Apostólico:"ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao céu; está assentado à mão direita de Deus Pai Todo-poderoso, de onde há de vir para julgar os vivos e os mortos..." Aqui inclusive sua ascensão é aliada à sua glorificação, volta gloriosa e papel de juiz sobre toda carne.
Outra razão importante é que a ascensão nos lembra que está aproximando o pentecoste da igreja. A festa que nos lembra a descida do Espírito Santo, a capacitação do alto que recebe o povo de Deus para fazer efetivo seu testemunho acerca da salvação entre as nações.
Portanto, queridos irmãos, alegremo-nos nesse dia tão importante para nós. Renovemos nossa fé na verdade de que Cristo subiu glorioso, glorioso voltará. Na verdade que Cristo é Juiz e a todos justamente julgará. Na verdade que Ele se assenta sobre o trono e conosco, por seu Santo Espirito, sempre está.
Aleluia! Triunfante,
Para o céu Jesus subiu.
As prisões quebrou da morte,
Pecadores redimiu.
Com poder em majestade,
Vive e reina lá no céu;
Mas um dia, triunfante,
Voltará ao povo seu!
Hino 281 - Jesus Triunfante
Para o céu Jesus subiu.
As prisões quebrou da morte,
Pecadores redimiu.
Com poder em majestade,
Vive e reina lá no céu;
Mas um dia, triunfante,
Voltará ao povo seu!
Hino 281 - Jesus Triunfante
Devemos nos Alegrar nas Obras de Deus
Os retos vêem isso e se alegram
Sl 107.42
Sl 107.42
O salmo 107 inicia-se com a seguinte conclamação: "Rendei graças ao SENHOR, porque o SENHOR é bom, e a sua misericórdia dura para sempre." No decorrer de todo o texto situações são apontadas pelo escritor inspirado: O necessitado clama, Deus ouve, em resposta devem: Render graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens.
No final do nosso texto, diante da última situação exposta pelo escritor bíblico, e, concluindo ao referir-se também a todos os episódios de necessidade, clamor e socorro de Deus, ele registra: Os retos vêem isso e se alegram, mas o ímpio por toda parte fecha a boca.
É dever de todo cristão primeiramente contemplar, meditar e enteder o agir de Deus tanto na sua história quanto na história dos que estão ao seu redor, e, com estes alegrar-se! Somos chamados a festejar o socorro de Deus, celebrar o Deus que atende ao clamor de seus escolhidos e não se omite em seu socorro.
Acho curiosa a atitude do ímpio aqui retratada: por toda parte fecha sua boca. Ele não se alegra com a felicidade do outro, não compartilha do prazer em ver Deus agir pelo bem do próximo. O quanto não vemos disso ao nosso redor? Gente que não se congratula com o outro pela bênção recebida? Gente que se entristece porque o outro é bem sucedido? Gente que se enche de inveja porque o outro recebeu e ele não?
Esta atitude não é um agir nem de longe cristão. É um agir próprio daquele que não tem conhecimento do Altíssimo.
Como crentes no Senhor Jesus devemos festejar com o próximo a bênção recebida, pois convem aos retos o alegrar-se nas obras de Deus.
Oração: Senhor, dá-me a graça de com meu irmão bendizer o teu Nome por seus poderosos feitos na vida dos piedosos e teu santo agir nesse mundo que criaste. Por Cristo Jesus, Senhor nosso e de toda igreja, amém.
Salmos do dia: 106-109
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